
- http://www.midiasemmascara.org -
Uma
nova ameaça terrorista e nuclear talvez venha de um eixo
incluindo Fidel Castro de Cuba, o regime de Chavez na Venezuela e
um novo e radical presidente eleito no Brasil, todos com ligações
com o Iraque, Irã e China. No ano passado quando de sua visita
ao Irã, o sr. Castro disse: "Irã e Cuba podem fazer a América
se ajoelhar", enquanto Chavez expressava sua admiração por
Saddam Hussein durante uma visita ao Iraque.
O novo eixo ainda pode ser evitado, mas se o candidato pró-Castro
é eleito presidente do Brasil, os resultados poderiam incluir um
regime radical no Brasil, reestabelecendo seu programa balístico
nuclear, desenvolvendo ligações mais estreitas com os
patrocinadores do terrorismo como Cuba, Iraque e Irã
participando na desestabilização das frágeis democracias dos
países vizinhos. Isto poderia levar 300 milhões de pessoas em
seis países sob o controle de regimes radicais e anti-EUA e a
possibilidade que milhares de novos doutrinados terroristas
talvez tentem atacar os Estados Unidos a partir da América
Latina. No momento a administração em Washington parece pouco
se preocupar com o fato.
Os brasileiros realizarão eleições presidenciais em outubro e
se as presentes pesquisas são um guia, o eleito poderia ser um
pró-Castro radical com extensas ligações com o terrorismo
internacional. Seu nome, Luiz Inácio da Silva, o candidato a
presidente pertencente ao Partido dos Trabalhadores que no
momento mantém 40% nas pesquisas. O candidato comunista é
segundo com 25% e o pró-democracia com 14%. O sr. da Silva não
faz segredo das suas simpatias. Ele tem sido um aliado do sr.
Castro por mais de 25 anos. Com o apoio do sr. Castro, o sr. da
Silva fundou o Fórum S. Paulo em 1990 com uma reunião anual de
comunistas e outros organizações políticas radicais da América
Latina, Europa e do Oriente Médio. Isto tem sido usado para
coordenar e planificar terrorismo e atividades políticas em
todas as parte dos mundo e contra os Estados Unidos. O último
encontro foi realizado em Havana, Cuba, em dezembro de 2001. Ele
reuniu terroristas da América Latina, Europa e Oriente Médio e
condenou duramente a administração Bush e suas ações contra o
terrorismo internacional.
Como o sr. Castro, o sr. da Silva acusa os Estados Unidos e o
neo-liberalismo por todos os reais problemas sociais e econômicos
que o Brasil e a América Latina enfrentam. O sr. da Silva
classificou a ALCA como uma conspiração dos Estados Unidos para
anexar o Brasil, e ele tem dito que os banqueiros internacionais
que desejam receber os US$250 bilhões de empréstimos "são
terroristas econômicos". Ele tem dito também que aqueles
que estão retirando seu dinheiro do Brasil por ter medo do seu
regime, são igualmente "terroristas econômicos". Isso
dá uma idéia do tipo de "guerra contra terrorismo"
que seu governo irá implantar.
Brasil é um vasto, rico e privilegiado país, quase do tamanho
dos Estados Unidos, com uma população de 180 milhões e a
oitava economia mundial (com um PIB de mais de US$1.1 trilhão).
Ele poderia brevemente tornar-se também uma das nações
detentora de uma força nuclear. Entre 1965 e 1994, os militares
trabalharam ativamente para desenvolver armamento nuclear, com
sucesso desenharam duas bombas atômicas e estavam prontos a
testar um engenho nuclear quando um governo democrático
recentemente eleito e uma investigação do Congresso obrigou o
desmantelamento do projeto.
A investigação revelou, entretanto, que os militares haviam
vendido oito toneladas de urânio ao Iraque em 1981. Também foi
revelado que após esse projeto de sucesso ter sido interrompido,
o general e 24 cientistas trabalhando no mesmo foram trabalhar
para o Iraque. Existem relatórios que revelam que com
financiamento do Iraque, a capacidade nuclear tenha sido mantida
escondida, contrariando a política dos democráticos líderes
civis.
Sr. da Silva tem dito que o Brasil deveria ter armamento nuclear
e aproximar-se da China a qual tem sido de forma ativa
interessada e se mostrado amável com os militares brasileiros. A
China já vendeu urânio enriquecido e tem investido na indústria
espacial brasileira em um projeto para a construção de um satélite
de reconhecimento.
O Brasil tem fronteiras com dez outros países na América do
Sul. Isso ajudaria da Silva a incentivar - como ele já o disse -
a política internacional a favor de Castro e a favor do Iraque
paraticada pelo Presidente Chavez da Venezuela, o qual tem
proporcionado suporte para o grupo comunista de traficantes e
terroristas na Colômbia, como para outros grupos anti-democráticos
de outros países sul-americanos.
Hugo Chavez trabalhou com o sr. Castro para temporariamente
desabilitar o frágil regime democrático no Equador, ha dois
anos. Agora os dois dão suporte ao líder radical socialista dos
plantadores de cocaína, Evo Morales, o qual espera se eleito
Presidente da Bolívia em Agosto.
Ao mesmo tempo que ajude a guerrilha comunista a assumir o poder
na convulsionada democracia da Colômbia, um regime com da Silva
no Brasil estaria em posição favorável para ajudar comunistas,
narco-terroristas e outros grupos anti-democráticos a
"destabilizar" as frágeis democracias da Bolívia,
Equador e Peru,como também explorar a profunda crise econômica
na Argentina e Paraguai.
Mais, o regime da Silva provavelmente irá recusar pagar as dívidas,
causando um profundo agravamento da economia em toda a América
Latina, consequentemente aumentando a vulnerabilidade de suas
democracias.Isto poderia causar uma segunda fase de diminuição
nas exportações dos Estados Unidos.
Um eixo Castro-Chavez-da Silva significaria a ligação de 43
anos da guerra política de Fidel Castro contra os Estados Unidos
com a, rica em petróleo, Venezuela, o armamento nuclear e
potencial econômico do Brasil.
Com nossas eleições em novembro em 2004, os americanos podem
perguntar: "Quem perdeu a América do Sul?". Os Estados
Unidos foram politicamente passivos durante a administração de
Clinton, quando foram ignorados os pedidos de líderes democráticos
da Venezuela para ajudar a oposição contra as ações
anti-constitucionais e ilegais de Mr. Chavez e também ignorou as
suas públicas alianças com os Estados que patrocinam o
terrorismo. Por que não pode a administração Bush agir antes
que 20 anos de estabilidade democrática na América Latina sejam
revertidos? Por que nada pode ser feito antes que um novo flanco
no hemisfério sul seja aberto, com a ameaça de mais um regime
radical anti-americano com intenções de adquirir armas
nucleares e mísseis balísticos?
O desastre para a segurança nacional do USA e para os povos da
América Latina podem e devem ser evitados se aqueles que decidem
nossa política externa ajam rapidamente e com determinação,
mas eles o devem fazer agora.
Antes que seja tarde, um acompanhamento político e ações dos
Estados Unidos e outras democracias deveriam incluir um incentivo
aos partidos democráticos no Brasil no sentido de unificar e dar
suporte a um líder político capaz de poder representar as
esperanças da maioria dos brasileiros por uma democracia genuína,
àqueles que possuem recursos para estabelecer uma efetiva
campanha nacional.
OLAVO DE CARVALHO
lumen@openlink.com.br